Catequese de Bento XVI - Oração por Pedro na Prisão - 09|05|2012
cada criatura, ao nascer, traz-nos a mensagem de que Deus ainda não perdeu a esperança nos homens
Semana Santa
Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil
Renovação Paroquial: 12º Plano de Ação Evangelizadora
Desde o primeiro plano de ação evangelizadora, a Diocese fez a opção pelas Comunidades Eclesiais de Base e, posteriormente, os Grupos Famílias. Na descentralização da evangelização, desde o início, privilegiou e incentivou o protagonismo dos leigos. Hoje, diante dos novos desafios da evangelização e pela orientação da CNBB, as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (2012-2015), juntamente com o Regional Sul II (CNBB), apontam para a Renovação Paroquial. (12º Plano, nn.13-15):
- Nossa principal Urgência: Paróquia, comunidade de comunidades.
- Nossa principal Pista de Ação: assumir a SETORIZAÇÃO da Paróquia. (12º Plano, n.13). A paróquia é, na expressão local e concreta, aquilo que a Igreja é no seu todo. Nela, a Igreja manifesta, de maneira próxima e perceptível, sua vida e sua missão. Ela é uma comunidade organizada de batizados, de bens espirituais, simbólicos e materiais, de organizações e iniciativas que fazem a Igreja acontecer num determinado espaço e contexto. Se a paróquia vai bem, a Igreja também vai bem, se vai mal, a Igreja vai mal. (12º Plano, n.14).
Como forma de renovação da paróquia, assumimos alguns passos importantes, como a setorização das paróquias em unidades menores, com equipes de animação, comunidades de famílias e leigos preparados para atender à necessidade de evangelização e servir àqueles que vivem situações aflitivas, nos diferentes meios em que possam estar. (12º Plano, n.38). Observar se há pessoas doentes e que desejam a visita do Padre ou do ministro extraordinário da sagrada comunhão; observar se há famílias sendo aliciadas para abandonarem a fé cristã e a Igreja; observar se o agente do dízimo está entregando regularmente os envelopes; convidar os membros do grupo a participarem do processo permanente de missão; incentivar a participação dos membros dos movimentos de espiritualidade; conscientizar os católicos que o cultivo da fé nos movimentos de espiritualidade é para melhor inseri-los à vida da paróquia, da comunidade, destacando que a base encontra-se nos Grupos de Famílias. (12º Plano, n.15).
Pe. Edson Mendes de Souza
Coordenador Diocesano de Ação Evangelizadora
Diocese de Foz do Iguaçu




